10 de julho de 2012

A tua virgem ausência entranhou-se no que eu sou. Acordo a pensar nela e morro a pensar em ti. Que rude é este sentimento que me toma em extremos contrários. Num lado tenho tudo, do outro lado nada... que és tu. E lá vem ela, cabisbaixa, entristecida mas nunca vencida pela vida, caminha ao de leve, grita bem forte, é a ausência que tem o teu nome. Cravejado no meu coração está tudo o que beijei em ti, e sinto a tua falta, porque hoje não quero dormir sozinha. Não voltes, mas hoje podias estar aqui.

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